
Declinei-me para ver a minha própria alma.
Pois os murmúrios do meu coração alimentavam meu tédio.
Enchi-me de coragem até transbordar de esperanças juvenis.
Contemplei minha própria face, que ao espelho já não me era aprazível,
Mas que no decorrer de dias foi se tornando toda em face de anjo verídico.
Que só não voa pra não espantar a razão.
Teci canções numa teia de lágrimas,
E as cantei nos invernos mais rigorosos da vida.
Minha voz não podia calar-se,
Pois o mundo que inventei esperava algo melhor.
Espremi do coração gotas de sangue,
Que banhavam minhas palavras sangrentas.
O que para mim foi uma dor prazerosa.
Roselane Calhelha
Olá,
ResponderExcluirSou editor do site www.poemese.com e encontrei seu recanto poético através do twitter. É sempre bom conhecer espaços de culto a poesia.
Gostaria de contar com você na busca por pautas e eventos poéticos em sua cidade para postarmos no nosso site. Se possível nos envie por e-mail (contato@poemese.com) suas sugestões ou por twitter (@poemese).
Paz e Utopia
Gledson Vinícius
Muito boa sua poesia nostálgica.
ResponderExcluirContinue assim romântica e cheia de esperança.
Beijos,
Sua sister Lau