
Esteja eu à margem da vida
Não seja querida
Não seja histórica
Seja esquecida
Pessoa comum
Pedra partida
Alma sombria
Aquém da verdade
Envolta em saudade
Coração de pedra.
O meu é de carne
Por isso doeu
Pedra não dói.
Roselane Calhelha
"Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso. Só quero torná-la grande, ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo. Só quero torná-la de toda a humanidade; ainda que para isso tenha que a perder como minha. Cada vez mais assim penso. Cada vez mais ponho na essência anímica do meu sangue o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade." Fernando Pessoa
Encantada com a sensibilidade de suas poesias!
ResponderExcluir:) Gostei muito desta aqui também!
Abração.
Lindo poema, Roselane!
ResponderExcluirmt ssensibilidade vinda do alto!
ahh coloquei um texto seu no meu blog, acho que você viu!
Um forte abraço e que Jesus continue sendo nosso foco!!
Olá Roselane, tudo bem?
ResponderExcluirExcelente os seus escritos, vou te visitar mais vezes.
um abraço